A Importância da Inovação na Empresas
Em 2017 escrevi o artigo abaixo no linkedin. O que mais me chamou atenção foi que parece que falo sobre inovações faz tempo, mas as pessoa signoram e vivem num estado de deixa vida me levar. Em 2017 já falavamos de robotização, inteligencia artificial processos e em 2026 falamos das mesmas coisas.
” …
9 de março de 2017
A ciência defende que a humanidade surgiu mais ou menos 190.000 anos, e dentro deste período jamais desenvolveu tanta tecnologia quanto nos últimos 100 .
Corroborando esses argumentos, nas últimas décadas assistimos o boom da tecnologia desde 1940 quando a máquina de Turing antecipou em 2 anos o final da guerra mundial e expôs sua importância, de lá para cá a tecnologia caminha a passos largos servindo pessoas e não vai parar.
É consenso no mundo todo que hoje as pessoas e as empresas precisam inovar, se reinventar, pois com a popularização da internet, a globalização da tecnologia e com a concorrência da força de capital acabando com o ‘único’, aquilo que não pode melhorar, que seja impossível de copiar ou exclusivo em termos de tecnologia não existe mais.
Por isto, cada vez mais as empresas investem pesado em novas idéias, novas tecnologias, novos conceitos e novas pessoas, investem sem medo de errar, pois sabem que não inovar é mais perigoso do que errar. Os players de marcado possuem inclusive laboratórios focados nestas novas possibilidades.
Inovar não é fácil, ver aquilo qe os outros não viram é tão complexo que apenas algumas exceções conseguem, mas o fato é que na maioria das vezes as pessoas focam-se em pensar fora da caixa quando na verdade poderia pensar numa caixa maior, mais ampla e que permita incluir novas possibilidades de algo que já existe.
Empresas e pessoas que não inovarem em suas vidas certamente morrerão usando o bom nokia 3320….”
Passados alguns anos desde a publicação deste artigo, uma constatação se tornou inevitável: compreender a transformação tecnológica não é suficiente; é necessário inserção prática nesse processo.
Enquanto parte significativa das pessoas ainda se mantinha no campo da discussão teórica sobre os impactos da tecnologia, optei por aprofundar o estudo e acompanhar de forma mais direta essas mudanças. Esse movimento não se limitou à observação, mas envolveu adoção e experimentação.
Nesse contexto, a tecnologia blockchain deixou de ser apenas um objeto de análise e passou a integrar minha prática. A utilização de Bitcoin e a exploração de estruturas mais recentes, como a Solana, permitiram não apenas compreender aspectos técnicos, mas observar, na prática, como novas formas de registro, validação e transferência de valor estão sendo construídas fora dos modelos tradicionais.
Esse processo deslocou o foco inicial da inovação em si para um campo mais específico: o comportamento humano diante de ambientes descentralizados. A tomada de decisão sob volatilidade, a percepção de valor em sistemas não estatais e a dinâmica psicológica envolvida nesses contextos passaram a se mostrar centrais.
Dessa forma, o que anteriormente se apresentava como uma reflexão sobre inovação tecnológica passa a se articular diretamente com a análise do comportamento em mercados emergentes, especialmente no âmbito dos criptoativos.
A conclusão que se impõe é simples: a inovação não se caracteriza apenas como um evento futuro ou uma tendência em desenvolvimento, mas como um processo em curso, no qual a diferença prática reside entre aqueles que optam por participar ativamente e aqueles que permanecem em posição de observação.