A Última Batalha – Adventista
Nós que estamos acostumados a assistir produções americanas que influencia a cultura ocidental vamos nos frustrar com a este filme, mesmo sendo uma produção adventista, quero dizer, de cunho religioso e por isso a gente não espere uma mega produção, o filme peca demais no roteiro, na construção da historia e no final, além de ser extremamente CANASTRÃO.
O filme narra um grupo de jovens adventistas que se reúnem para organizar suas vidas quando surge no noticiário a informação de que nos estados unidos foi implantado o decreto dominical. Nessa etapa eles argumentam que o decreto dominical será copiado por todas as nações e isso, por obvio, é um problema para os adventistas e também para os judeus assim como para todas as religiões que guardam o sábado. (observação: O decreto indica um dia da semana para adoração a Deus e esse dia não é o sábado, caso fosse, isso não seria um problema para eles)
Depois disso, a historia pula para julgamento de pessoas que não seguem o decreto, uma garota é espancada pelo pai, outros perdem o emprego e outro vai para julgamento. Sei que um filme é rápido, mesmo sendo um longa como no caso deste, mas essa passagem de tempo precisava ser mais elaborada.
Depois do nada, alias, vou ser justo, do nada não, mas o filme não explica a passagem, o filme se foca em um acidente de um ex adventista chamado Lucas que perde a salvação por que não seguiu a lei dos adventistas. Bem, a historia é essa e não deve ser avaliada, por isso, volto ao foco que é a atuação assim como a narrativa explicada e foi meio fraca diga-se de passagem.
Sinceramente penso que vale a pena assistir o filme porque é uma produção brasileira, evangélica e que mostra uma possibilidade no mundo, mas em termos de filmografia, ao menos na minha opinião, é péssimo, mas isso deve ser considerado que é difícil fazer um filme com limitação financeira, sem histórico cinematográfico e principalmente com pouco ou nenhum incentivo.